Arquivo para Novembro 1st, 2007

Aldeia Kariri Xocó - A lagoa dos porcos


Na minha aldeia existe uma lagoa que em algum tempo matou a fome de muitos indios, mas de um tempo pra cá ela vem sendo muito poluida por moradores que moram ao seu redor,há poucos anos a FUNAI pois alguns peixes das especies carpe,e bamba ,
mais elas não conseguiram sobreviver com tanta poluição.
hoje a lagoa é habitada por porcos que comem o pouco dos peixes que restam .
A lagoa dos porcos assim ela é chamada , os moradores não gostam nem de passar por perto por causa do mau cheiro, mais os culpados são eles mesmo por não terem conciência de seus atos, ninguem tomou nenhuma providencia para tentar inverter esse quadro, mas essa divida é de todos os indios, e não só de quem está sendo prejudicado,pois muita gente já foram beneficiada da lagoa e depois esqueceram dela
 
Josemar kariri-xocó
Fonte:Indios On line

 

PATAXO DO PRADO LANÇA LIVRO EM FEIRA DE SANTANA-BA

 

 

 

Representantes da COEDIN, INDIOS ONLINE, FRENTE DE RESISTÊNCIA E LUTA PATAXÓ Estiveram 05 dias em Salvador e 01 dia em Feira de Santana, divulgando o livro ÍNDIOS NA VISÃO DOS ÍNDIOS do Povo Pataxó do Prado.

CRONOGRAMA DE TRABALHO.

22/10
23/10

Reunião no Hotel Belmar com representantes da SEMAR/ SEC/ MMA/ MEC/ REABA e outros segmentos representados por comunidades quilombolas, ONGs, Empresários, Secretários municipais de meio ambiente, Secretário de Educação, Universidades , MST, Permacultores, parlamentares…

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KARIRI XOCÓ - A LUTA DAS MULHERES INDÍGENAS

A índia e a inclusão nos movimentos sociais organizados nessa era revolucionaria a mulher indigena vem aos poucos se incluindo em movimentos sociais devido as grandes necessidades sofridas pelo povo gerada até por decisão de lideres que por muitas vezes prejudica a comunidade; também ela vem se incluindo na busca ao direito sobre  educação, saúde e trabalho. E dentro de sua disponibilidade e habilidade nós trabalhamos realizadas como artesanatos, músicas, danças e cura. cada vez mais está aparecendo hoje a mulher índia que luta para ser qualificar é sustentar a sua familia.

Ydayany Kariri-Xocó
 Fonte: Indios On Line

Tráfico de Drogas Domina Aldeia Indígena no MS

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Além da ameaça do álcool e da desnutrição infantil, um novo fator de risco dificulta a vida dos índios da tribo bororó na Reserva Indígena de Dourados (MS): a atuação dos traficantes de drogas, que aproveitam-se da nula fiscalização das autoridades para aliciar indígenas para o narcotráfico.
Em entrevista ao jornal Folha de Dourados, Luciano Arévalos, cacique da tribo, denunciou que a presença das drogas na aldeia não está limitada apenas ao transporte por parte dos indígenas aliciados, havendo um alto índice de consumo de maconha e crack nas terras da Reserva.

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Igualdade racial será tema de conferência em Londrina


A Prefeitura de Londrina vai realizar, nos dias 7, 8 e 9 de novembro, a 1ª Conferência Municipal da Promoção da Igualdade Racial. Durante o evento, serão levantadas propostas para as políticas públicas da cidade, além de eleitos os representantes da primeira composição do Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial, aprovado pela Lei Municipal nº 10.185, de 2 de abril, deste ano.
O evento será no auditório do Centro Municipal de Educação Infantil Valéria Veronesi, localizado na rua Benjamin Constant, nº 800 (Centro), das 19h às 22h.
Ao longo do mês de outubro foram realizadas quatro pré-conferências. A prévia do Movimento Negro foi no dia 7; a Sindical no dia 9; a Indígena no dia 10, e a do Poder Público no dia 16. Durante as pré-conferências foram levantadas as propostas que serão debatidas na conferência.
De acordo com Maria Eugênia de Almeida, militante do movimento negro e assessora da prefeitura para questões de igualdade racial, durante a pré-conferência o movimento negro reelaborou as propostas já existentes, como, por exemplo, a de implementar na grade curricular o ensino de História da África e a de trabalhar a questão do respeito às religiões negras.

Redação Bonde
Londrina

Vigilância Nutricional é discutida durante capacitação

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Terminou ontem (31) mais uma ação de capacitação realizada pela Coordenação Regional da Funasa de Rondônia (Core-RO). Questões relacionadas à desnutrição nas aldeias indígenas foram discutidas por técnicos da instituição e Secretaria Estadual de Saúde.
Segundo a nutricionista Jussara Maiga (Funasa/Tocantins), o curso possibilitou aos técnicos conhecer de forma detalhada o Sistema de Vigilância Nutricional (Sisvan). “Estes conhecimentos facilitaram o processo de identificação e tratamento dos possíveis casos de desnutrição encontrados nas aldeias”, afirmou.
Para a servidora da Funasa Gerlania Pereira, que atua na equipe multidisciplinar de saúde em Alta Floresta, a capacitação é importante para a formação profissional da equipe. “A partir de agora, estou mais segura para trabalhar com o combate a desnutrição nas aldeias”, ressaltou.
O educador em saúde do Distrito Especial Indígena (Dsei) Porto Velho, Cristóvão Abrantes, explicou que a capacitação vai contribuir para a prática de vigilância e acompanhamento nutricional, de crianças, idosos e gestantes.

Autor: Assessoria
Fonte: O NORTÃO

As diversas faces do Saci

 

 

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O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta.

o Saci faz parte do imaginário popular brasileiro

Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma.
No Cariri, o Saci foi substituído por outros mitos e lendas que estão mais próximos dos sertanejos como, por exemplo, o Lobisomem, um ser lendário, com origem em tradições européias, segundo as quais, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo, em noites de lua cheia, só voltando à forma humana, novamente, quando o galo canta.
No Brasil existem muitas versões dessa lenda, variando de acordo com a região. Uma versão diz que a sétima criança em uma seqüência de filhos do mesmo sexo tornar-se-á um lobisomem. Outra versão diz o mesmo de um menino nascido após uma sucessão de sete mulheres. Outra, ainda, diz que o sétimo filho homem de um sétimo filho homem se tornará a fera. Em algumas regiões, o Lobisomem se transforma à meia noite de sexta-feira, em uma encruzilhada. Como o nome diz, é metade lobo, metade homem.
Depois de transformado, sai a noite procurando sangue, matando ferozmente tudo que se move. Antes do amanhecer, ele procura a mesma encruzilhada para voltar a ser homem. Em algumas localidades diz-se que eles têm preferência por bebês não batizados, o que faz com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível. Já em outras diz-se que ele se transforma se espojando onde um jumento se espojou e dizendo algumas palavras do livro de São Cipriano e assim podendo sair transformado comendo porcarias até que quase se amanheça retornando ao local em que se transformou para voltar a ser homem novamente.
No Cariri, um dos mais conhecidos lobisomens foi Vicente Araújo da Silva, conhecido por “Vicente Fino”, que morreu na década de 80, no sitio Cabeceiras, município de Barbalha, deixando uma imagem de pavor para os meninos das gerações dos anos 40 e 50. Ainda hoje as lembranças de “Vicente Fino” vagueiam pelo sertão do Cariri.
O Decurião do grupo de Penitentes de Barbalha, Joaquim Mulato, conheceu Vicente Fino. Ele recorda que era um homem misterioso que se “envultava”, isto é, transformava-se num vulto. “Ele estava conversando com a gente e, de repente, desaparecia”, relata o velho decurião.
Ao lado da casa onde Vicente Fino Morreu, no sítio Cabeceiras, foi construída uma chácara com o nome “Toca do Lobo”. A aposentada Maria Alice Barbosa, que deu abrigo ao suposto lobisomem, nos seus últimos anos de vida, diz que Vicente Fino jurava por Deus, que nunca virou Lobisomem. No entanto, se transformava em animal, garante.
Ela lembra que, quando era menina, a mãe saia de casa e recomendava: “Não se aproxime de Vicente Fino. Ele vira lobisomem. Apesar da advertência, ela era amiga de Vicente Fino que sempre andava com amendoim para distribuir com as crianças.
Dona Alice guarda, com carinho, um cordel com a foto de Vicente Fino e, por conta das histórias que giram em torno dele, sua casa recebe freqüentes visitas de estudiosos, pesquisadores, jornalistas e estudantes querendo saber detalhes sobre o mais famoso Lobisomem do Cariri.
Localizado no centro do Nordeste num ponto eqüidistante entre as principais capitais nordestinas, o Cariri se transformou num centro de lendas, mitos e crendices.
Outro fato que fortaleceu esta cultura foi a divulgação dada pelos intelectuais da região, entre os quais, o jornalista J. de Figueiredo Filho, que escreveu Folguedos Populares do Cariri. Recentemente, as lendas foram transformadas em cordéis. Saci, lobisomem, mula-sem-cabeça, caipora, enfim, nosso universo é rico é repleto de lendas e mitos.

Fonte: Diário do Nordeste

A COEDIN visita o Dep. Zilton Rocha autor do projeto que quer criar a carreira de professor e coordenador indígena na Bahia.

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A COEDIN visita o Dep. Zilton Rocha autor do projeto que quer criar a carreira de professor e coordenador indígena na Bahia.

Zilton deu entrada, na Assembléia Legislativa da Bahia, o Projeto de Lei que “Altera a Lei n.º 8.261, de 29 de maio de 2002, cria a carreira de Professor Indígena e Coordenador Pedagógico Indígena do Quadro do Magistério Público do Ensino Fundamental e Médio do Estado da Bahia e dá outras providências”.

Este PL cria as categorias Professor Indígena e Coordenador Pedagógico Indígena. Com isso a Bahia pode ser o primeiro estado brasileiro a criar estas categorias e assim poderá fazer concurso público para que índios ensinem índios, preservando assim a suas tradições, respeitando os seus processos próprios de transmissão de conhecimento e possibilitando o ensino bilíngüe para que suas línguas maternas não se percam.

Os representantes da Comissão de Educadores Indígenas (COEDIN) estiveram com o Deputado e disse da ansiedade de se alterar a lei 8.261 e criar o mais rápido possível o concurso publico especifico para os povos indígenas na Bahia. “Não suportamos mais trabalhar de maneira tão desumana e cruel”, diz um representante da COEDIN.

O Deputado Zilton Rocha disse aos representantes da COEDIN que o projeto tem tudo para ser aprovado, só vai depender da Secretaria de Educação e do Governo Estadual que são os mais interessados na aprovação do mesmo. Basta que os povos indígenas se unam e cobrem do Governo pressa na aprovação.

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Barcos e equipamentos médicos são entregues para aldeias indígenas em Alta Floresta

01 de novembro de 2007 

Cerca de R$ 200 mil foram investidos na aquisição de quatro barcos de alumínio de 7 metros cada, televisores, aparelhos de DVDs, computadores, consultório odontológico, diversos aparelhos médicos, entre outros, entregues para as aldeias indígenas Marowy, Pontal e Cururuzinho.
Os recursos foram repassados pelo Ministério da Saúde à Prefeitura de Alta Floresta, desde 2005. “Precisavámos muito desses equipamentos pra facilitar o nosso trabalho dentro da aldeia e em relação à saúde também. Hoje é difícil porque a gente não tem barco, não tem combustível, é de difícil acesso, só avião, não tem como nossos profissionais entrarem na área, fazer visita domiciliar. Com esses equipamentos, com esses barcos, vai facilitar os serviços do nosso profissional”, argumentou o índio Raimundo Dacê.

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Educação terá centro para atender necessidades especiais

Quinta-feira, 01 de Novembro de 2007 07:57
Decreto publicado hoje no Diário Oficial do Estado cria, na estrutura da Secretaria de Estado de Educação, o Centro Estadual de Atendimento à Diversidade (CEAD), que terá o objetivo de “prestar atendimento às pessoas com necessidades educacionais especiais e à formação continuada dos recursos humanos da educação”, nas diferentes áreas da Educação Especial.
O CEAD conforme o decreto que o cria, terá quatro tarefas principais: implementar programas e projetos voltados ao desenvolvimento da educação; desenvolver ações voltadas à formação continuada dos profissionais da educação; oferecer suporte técnico-pedagógico aos profissionais da educação; oferecer aos alunos da Rede Estadual de Ensino atendimentos específicos de apoio educacional.

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Comissão investigará aplicação de verbas na saúde indígena

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle aprovou hoje a Proposta de Fiscalização e Controle 13/07, do deputado Sebastião Madeira (PSDB-MA), que solicita investigação na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e na Fundação Nacional do Índio (Funai). O objetivo é verificar a adequação financeira, operacional e orçamentária das atividades ligadas à saúde indígena.

De acordo com Madeira, notícias veiculadas pela imprensa informam sobre mortes de crianças índias, principalmente em decorrência de subnutrição, e sobre a existência de um programa governamental de planejamento familiar em aldeias atingidas pela miséria e subnutrição, que inclui distribuição de pílulas anticoncepcionais e cirurgias de esterilização feminina.

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Seduc investe R$ 69 mil em laboratórios de informática em Barra do Bugres

Várzea Grande, 31/10/2007

Da Assessoria
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) investe R$ 69 mil em infra-estrutura para a implantação de nove salas de informática em escolas estaduais no município de Barra do Bugres, a 160 km de Cuiabá. Os espaços foram entregues nesta terça-feira ( 30.10) pelo secretário de Estado de Educação, Ságuas Moraes Sousa, acompanhado pelas secretárias adjuntas de Políticas Educacionais e de Recursos Humanos, professoras Rosa Neide Sandes de Almeida e Vera Araújo, respectivamente.

O programa em parceria com o Ministério da Educação (MEC), oferece os computadores e pede a contrapartida do Estado que fica responsável pelo mobiliário, ar condicionado, logística e rede elétrica específica. O sucesso das instalações em Barra do Bugres é comemorado pelos assessores pedagógicos Francisco Chagas e Elias Fortunato Souza. Conforme eles, apenas duas escolas aguardam a chega dos equipamentos. “A meta é contemplar 100% das escolas do Estado com laboratórios de a informática”, declara Chagas.

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Professores indígenas participam de encontro para definir melhorias na educação

01 de novembro de 2007.

BOA VISTA - Um grupo de 17 professores indígenas estão participando desde ontem (31), de um encontro promovido pela Prefeitura de Boa Vista, com oficinas e discussões sobre educação e ferramentas de ensino.

Conforme a coordenadora de Educação Ambiental e Indígena da Secretaria, Maria Guadalupe Silvestre da Silva, o grupo vai desenvolver um diagnóstico da realidade educacional nas comunidades em que trabalham, e falar das necessidades e expectativas para o próximo ano. “Eles terão a oportunidade de expor suas dificuldades e contar seus avanços no campo da educação em cada comunidade”, destacou.

Ontem os docentes estiveram na escola municipal Aquilino Mota Duarte, avenida Getúlio Vargas, Centro, para participar de uma oficina sobre jogos utilizados na aprendizagem da disciplina de matemática. “No mês de agosto essas escolas receberam jogos de memória, dominós educativos, quebra-cabeças e ábacos para serem utilizados como ferramenta de ensino. Durante a oficina eles vão conhecer novas técnicas para utilizar esse material e relatar suas experiências”, disse.

Hoje (01), a programação segue na escola Aquilino, com oficinas sobre jogos pedagógicos e atividades recreativas. Guadalupe explicou que será trabalhada a faixa etária de crianças com idade entre 4 e 6 anos. “O grupo vai assistir a uma apresentação e depois será dividido em pequenas equipes de quatro participantes para serem estimulados a preparar mini-apresentações de como será trabalhado cada jogo”, salientou.

Ela disse ainda que capacitações como essas são importantes para que os docentes possam futuramente, aplicar os conhecimentos adquiridos nas salas de aula, melhorando assim a interação com seus alunos.

A Prefeitura de Boa Vista mantém atualmente nove escolas indígenas, com 188 alunos de faixa etária entre 4 e 14 anos, regularmente matriculados. Em três dessas escolas é adotada a língua materna indígena.

NL
     

Fonte: Roraima em Foco - NL 

Educação Escolar Indígena


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A educação escolar indígena é uma modalidade de ensino que vem recebendo um tratamento especial por parte do Ministério da Educação, alicerçada em um novo paradigma educacional de respeito à interculturalidade, ao multilinguismo e a etnicidade. Incumbido de coordenar as ações educacionais no país, por força do Decreto Presidencial 26/91, em articulação com as secretarias estaduais e municipais de educação, o Ministério da Educação vem implementando uma política nacional de educação escolar indígena, atendendo preceitos legais estabelecidos na Constituição de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Plano Nacional de Educação.

 

Nessa legislação, estabeleceu-se como competência do Ministério da Educação a coordenação das ações de educação escolar indígena no país, por meio da definição de diretrizes curriculares para a oferta de educação escolar aos povos indígenas, assistência técnico-financeira aos sistemas de ensino para oferta de programas de formação de professores indígenas e de publicação de materiais didáticos diferenciados e elaboração de programas específicos para atendimento das necessidades das escolas indígenas, visando à melhoria nas condições de ensino nas aldeias.

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Carteira Indígena

 

 

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Ação desenvolvida por meio de parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e o Ministério do Meio Ambiente com o objetivo de executar projetos estruturantes voltados para a segurança alimentar e nutricional e desenvolvimento sustentável de comunidades indígenas, respeitando a autonomia das comunidades e suas identidades culturais.Esses projetos são elaborados pelas próprias comunidades e apresentados, prioritariamente, através de associações indígenas, mas também por organizações não governamentais indigenistas e socioambientalistas, universidades e centros de pesquisa.

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