Arquivo para Maio 21st, 2008

Engenheiro da Eletrobrás é ferido em Altamira - PA

20.05.2008 - Engenheiro da Eletrobrás é ferido em Altamira
Fonte: Divisão de Imprensa e Comunicação Interna da Eletrobrás

O engenheiro Paulo Fernando Rezende, coordenador dos estudos de Belo Monte, foi ferido, hoje à tarde, durante evento em Altamira, no Pará, organizado pela Arquidiocese de Altamira, pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA) e por várias outras organizações não governamentais.

Paulo Fernando teve atendimento médico, passa bem e já fez os registros policiais necessários.

O engenheiro da Eletrobrás foi a Altamira, convidado pelos organizadores do evento, para apresentar os estudos que estão sendo feitos sobre aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte.

A Diretoria Executiva da Eletrobrás manifesta sua indignação diante do ocorrido e afirma que tomará todas as providências necessárias para que os responsáveis pela agressão sejam punidos.

Indígenas em geral correm risco no caso Raposa Serra do Sol

Indígenas em geral correm risco no caso Raposa Serra do Sol
HOME PAGE REPÓRTER BRASIL, 20.05.2008

Participantes de ato em defesa da homologação em área contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, destacam que recuo do Supremo Tribunal Federal selaria um retrocesso para os direitos dos
indígenas no país
Por Maurício Reimberg

A disputa em torno da Terra Indígena (TI) Raposa Serra do Sol não se restringe à área em Roraima. Uma eventual decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contrária à demarcação já homologada da Raposa Serra do Sol representaria um retrocesso bem mais amplo, que terá graves conseqüências. Essa foi uma das principais conclusões do ato contra a revisão da TI realizado nesta segunda-feira (19), na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O evento, promovido pelo Grupo de Estudos em Direito Indigenista da USP, foi em convocado em defesa da integralidade da homologação em área contínua. O ato teve a participação de representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Procuradoria Geral da República, do Conselho Indígena de Roraima (CIR) e do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

“A Raposa Serra do Sol foi uma bandeira de luta social durante muito tempo. Agora se arma ali uma ampla articulação contrária aos direitos indígenas”, analisa o antropólogo Paulo Santilli, coordenador-geral de Identificação e Delimitação da Funai.

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Funai teme ações caso STF se posicione contra Raposa

Funai teme ações caso STF se posicione contra Raposa
HOME PAGE A TARDE ON LINE, 20.05.2008

O governo obteve sinais de que será derrotado no Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da constitucionalidade do processo de demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol e já prevê uma corrida ao Judiciário para que outros processos de demarcação pelo Brasil sejam revistos pela Corte. O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, adiantou hoje, em reunião do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que todas as reservas indígenas já demarcadas pelo País estarão ameaçadas a depender do entendimento dos 11 ministros do STF.

“Não temos dúvida que se trata de um momento decisivo e caso haja da parte do Supremo Tribunal Federal uma posição que possa modificar esses direitos já concedidos, isso pode significar, talvez, um perigo para todas as outras terras demarcadas”, afirmou.

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MPF/RO move ação contra invasores de terra indígena

MPF/RO move ação contra invasores de terra indígena
20/5/2008 18h01

Invasão causou prejuizos à floresta e danos a várias populações indígenas.

O Ministério Público Federal em Ji-Paraná (RO) ajuizou hoje, 20 de maio, ação civil pública contra os líderes da invasão à terra indígena Uru-Eu-Wau-Wau, pedindo indenização para ressarcimento de dano ambiental e a condenação dos envolvidos por danos morais coletivos.

Em maio de 2007, o fundador e presidente da Associação dos Trabalhadores Rurais do Vale do Rio Guaporé Hermes Cavalheiro e mais sete pessoas motivaram a invasão de terra por cerca de mil pessoas com a promessa de que a terra seria legalizada pelo governo federal.
Entretanto, a ocupação era ilegal, tendo em vista que se tratava de terra indígena já demarcada pelo governo.

Para realizar a invasão, os líderes montaram uma associação, cobrando 20 reais por pessoa, com a promessa de que cada família teria um lote de 42 alqueires junto às terras indígenas Uru-Eu-Wau-Wau. Para convencer as vítimas, Hermes apresentava documentos falsos, ratificando que as terras a serem loteadas não pertenciam aos índios e que seriam destinadas aos membros da associação, apesar de saber que se tratava de propriedade da União não sujeita a loteamentos.

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Arrozeiros que estão em Raposa ocupam ilegalmente terras da União

A Terra Indígena está registrada em cartório como propriedade da União e os índios possuem usufruto dela

Arrozeiros que estão em Raposa ocupam ilegalmente terras da União”, afirma presidente da Funai Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 60 - Brasília, 20 de Maio de 2008

Localizada em uma área de 1,7 milhão de hectares, a Terra Indígena (T.I) Raposa Serra do Sol é habitada por cerca de 18 mil indígenas, que lutam por suas terras desde os anos 70. A densidade populacional da T.I é maior (1,08 hab/km²) do que a do estado de ) do que a do estado de Roraima (0,65% hab/km², descontada a capital, Boa Vista) e, segundo o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, sua demarcação contínua não irá afetar a economia da região. Meira afirma existir áreas disponíveis no estado para os arrozais e que todos os que realizaram benfeitorias na reserva já receberam indenizações, mesmo que em juízo.

Em Questão - Sobre o questionamento acerca do tamanho da reserva, que tem 1,7 milhão de hectares, para cerca de 18 mil indígenas, o que senhor tem a dizer?

Márcio Meira - Temos que pensar sobre as terras indígenas de forma diferente das outras, porque os índios vivem nessas regiões há muitos anos. Quando os colonizadores europeus chegaram no Brasil, os índios já estavam aqui. Por isso, a Constituição reconhece, desde 1934, o direito do índio sobre suas terras tradicionalmente ocupadas, conforme os usos, costumes e tradições indígenas. Os usos da terra são geralmente ligados à agricultura, pesca, caça, coleta de frutas e ervas medicinais. Os costumes são as danças, rituais e religião. Geralmente, para os indígenas, a terra é um lugar onde cachoeiras, morros e serras são considerados lugares sagrados. A noção de terras indígenas tem que compreender todo esse processo. Os índios moram em áreas florestais, não moram na cidade. Precisam de áreas vastas, para coleta, caça, atividade de pesca. A floresta não é igual em todo lugar. Têm lugares da floresta que são igapós, outros que são várzeas, chavascal. Em alguns pontos pode-se realizar agricultura. Em outros, não. Quem é da Amazônia sabe disso - não são todos os lugares onde se pode desenvolver a agricultura. Por isso os índios protegem as florestas. As roças são pequenas. Depois de um tempo, a roça passa para outro local, exatamente para proteger a floresta. Temos que considerar que essa terra é necessária para a população indígena, mesmo que para nós, que somos urbanos, pareça grande. Na verdade, é a terra necessária para que a população indígena viva a seu modo tradicional.

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Mais desvios… em Pau Brasil - BA

Mais desvios
Já o ex-prefeito de Pau Brasil, José Augusto dos Santos Filho, o “Zé de Dezinho”, terá que devolver R$ 50.161 para o Ministério da Educação. Ele recebeu verba do FNDE para o Programa Dinheiro Direto na Escola e não aplicou. Zé de Dezinho foi multado em R$ 5 mil.

Outro que desviou recursos da educação foi ex-prefeito de Itororó, Edineu Oliveira, obrigado a devolver ao MEC R$ 54.999,12. Ele não enviou documentação para comprovar os gastos nem apresentou defesa depois de ser notificado pelo TCU.
A mesma situação ocorreu com o prefeito de Uruçuca, Dilson Argolo, o “Dica”, que recebeu dinheiro para a compra de um ônibus escolar para levar estudantes da zona rural para a sede do município.
Os técnicos do TCU descobriram que o veículo nunca foi adquirido e o condenou a devolver R$ 93.944,65. Também foram condenados ex-prefeitos no extremo sul da Bahia, sendo os punidos Geraldo Scaramussa, de Santa Cruz Cabrália, e Ivo Manzoli, de Itabela.
O primeiro foi condenado a devolver R$ 228.866,50 por não ter comprovado o destino de recurso repassado ao município para o programa de educação de jovens e adultos. Ele ainda foi multado em R$ 15 mil.
Já o ex-prefeito de Itabela foi punido porque não aplicou corretamente recursos de manutenção do programa Dinheiro Direto na Escola. Ele terá que devolver R$ 71.655,29 e pagar multa de R$ 5.
Entre janeiro e a semana passada o TCU condenou 12 ex-prefeitos e três prefeitos baianos a devolver R$ 2,1 milhões aos cofres públicos.

Fontes:http://www2.uol.com.br/aregiao/bahia.htm

Funasa debate sobre incentivos para aldeias e quilombolas

Funasa debate sobre incentivos para aldeias e quilombolas
HOME PAGE MS NOTÍCIAS, 19.05.2008

A Funasa de Mato Grosso do Sul e o Banco do Brasil, voltaram a se reunir na manhã desta segunda-feira (19/05) para discutir o plano de ação para o Desenvolvimento Sustentável de aldeias indígenas e comunidades quilombolas do Estado. Durante a reunião, ficou decidido que a primeira aldeia a receber incentivos será a Porto Lindo, localizada no município de Japorã, além da comunidade remanescente de
quilombos Furnas dos Baianos, em Piraputanga. Para avaliar as condições sócio econômicas e a estrutura agrícola a ser trabalhada, representantes da Funasa e do Banco do Brasil estarão visitando a

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