Índios guarani-caiuá farão manifesto e oração para pedir fim de abusos


 



Temendo investidas de seguranças da fazenda Fronteira, em Antônio João, a 300 quilômetros de Campo Grande, índios guarani-caiuá que vivem na terra Nhanderu Marangatu programam um manifesto no dia 13 na aldeia Campestre. Segundo a líder indígena Léa Aquino, o manifesto inclui um ritual religioso cujo objetivo é pedir o fim dos abusos sofridos pela comunidade. “Queremos nosso direito de ir e vir. Com essa situação nem saímos de casa”.

Além das rezas, os indígenas farão uma cruz em memória de Dorvalino Rocha, que foi assassinado em dezembro de 2005. “É uma cruz de 2 metros. Vamos ficar em oração”.

Nesta semana a comunidade denunciou o clima de tensão em que vive. De acordo com os líderes, há intimidações e violência sexual. Nem mesmo as crianças são poupadas. No dia 30, um grupo estaria brincando quando os seguranças teriam feito disparos aleatórios na direção dos pequenos.

Sandra Luz

Fonte: http://www.campogrande.news.com.br

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