CARDÁPIO NÃO AGRADA A TODOS

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Correr, nadar, e carregar toras de madeira, com mais de 100 kg debaixo do sol forte de Recife, não é para qualquer um. Na IX edição dos Jogos dos Povos Indígenas, etnias de todo o país se encontram na capital pernambucana para celebrar e disputar as mais diversas modalidades. E para recarregar as energias, uma boa alimentação é fundamental.
Mandioca cozida, farinha, cuscuz, cenoura, batata, arroz, feijão e carne compõem a dieta dos índios que estão alojados no Ginásio Geraldão. Mas nem todos aprovam o cardápio do “homem-branco”.
Segundo Gustavo Baiporo, da etnia Bororo Boe, do Mato Grosso, o problema da alimentação do evento está no horário e no tipo de carne. “Nós almoçamos 11h em nossas tribos e aqui às 14h”.
Quanto à dieta, ele destaca: “Nós comemos muito peixe. Essa comida não é muito boa para competir, é muito pesada”. Gylson Tapirapé, da etnia Tapirapé, concorda com o amigo: “A gente prefere comer peixe. Preferimos nossas comidas tradicionais”.

Foto Vinícius Loures
Fonte:Anna Virgínia Cunha-Vinícius Loures / Tenõde Porá UCB News
http://tenodepora.spaces.live.com

Tenõdé Porã UCB News

Universidade Católica de Brasília – Comunicação Social – NUCLAM


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