Indígenas de todo o Brasil participam de competição: Índias com a bola toda

Olavo de apenas 7 anos da etnia Bororo Boe utiliza um arco maior que seu corpo

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Depois de todo o bafafá que os Jogos Pan-Americanos causaram em 2007, o ano acaba com outra espécie de competição. Neste campeonato também existem provas com a modalidade de arco-e-flecha (com um arco meio diferente), lançamento de lança (nada de “dardo”), lutas corporais (só que sem tatame) e ainda provas diferentes, como o cabo-de-guerra. Mas a maior diferença de todas está nos competidores: homens e mulheres indígenas são os atletas da vez.


Índias com a bola toda

Nesta edição dos Jogos dos Povos Indígenas, que acontece na cidade de Olinda, em Pernambuco, o destaque da competição vai para as mulheres. Elas participaram de provas de cabo-de-guerra e apresentações de lutas corporais.

Pequenos em destaque
A graça é que atletas índios de todas as idades participam, e não só os adultos. Kelcimara, uma índia de 13 anos, por exemplo, ajudou a puxar a corda de 30 metros. “Antes dos jogos treinei com uma corda comprada dos brancos”, afirmou a adolescente. Olavo, de apenas 7 anos, utiliza um arco maior do que seu corpo para ganhar pontos para sua equipe, da etnia Bororo Boe.

 

Foto:Valter Campanato/Abr.
Fonte: Agência Plenarinho /G1/Agência Brasil
http://www.plenarinho.gov.br

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